b O primeiro livro de contos da autora de i Sonata em Auschwitz. /i /b Como eram as relações amorosas num tempo offline? Sem internet e rede sociais para aplacar solidões e, muitas vezes, adiar mergulhos profundos nos relacionamentos? É neste universo que se encontram os protagonistas de i Do tempo em que voyeur precisava de binóculos. /i Três histórias ambientadas nos anos 1990 que trazem, com certo humor saudosista, as instigantes relações de personagens com a casa a sua, a alheia, a metafórica. Um homem, cansado da solidão entediante do apartamento, começa a observar os moradores do prédio em frente. Ao se apaixonar por uma vizinha decide interferir na vida alheia e acaba por dar uma guinada em seu próprio destino. Uma mulher para quem a imposição da mudança de país, e de casa, leva à libertação do próprio corpo, sexualidade e casamento. Um casal que circula pelos cômodos da casa, onde se encontra literal e emocionalmente preso, e para o qual o incômodo de uma infiltração no banheiro é pretexto para o vazamento de tudo o que nunca é dito. Fio condutor das histórias, a casa surge como abrigo físico, paredes que resguardam loucuras e obsessões, mas que também aprisionam e se deterioram, como morada íntima que se torna, afinal, i alter ego /i dos próprios corpos.
Peso: | 160 g. |
Páginas: | 126 |
ISBN: | 9788501117168 |
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